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Gestão 3.0: aiqfome promove capacitação em nova ferramenta de gerenciamento de times

O aiqfome sediou, no início do mês de maio, uma capacitação em gestão 3.0, um estilo de gerenciamento de equipes que foca no propósito da organização, e não apenas no salário no fim do mês

O curso foi ministrado por Pascoal Vernieri, de Florianópolis, facilitador na Happy Melly, empresa de RH especialista formar colaboradores felizes. Participaram do encontro líderes do aiqfome e de várias outras empresas, a maioria de tecnologia, de Maringá.

 

O sistema de gestão 3.0 motiva a todos por desejos intrínsecos, como trabalhar por uma missão maior, ter influência nas decisões que são tomadas, ter liberdade para estruturar sua agenda e suas tarefas, ver seus valores pessoais refletidos nos valores da diretoria e da empresa etc. Ainda que existam recompensas externas, porque as pessoas ainda recebem salários, estão são são o foco, mas um subproduto. O foco passa a ser desenvolver autonomia em cada um, e fazer com que cada colaborador se satisfaça com o resultado direto do seu trabalho. “A gente não usa esse sistema de gestão, ativamente, mas é um sistema que inspira algumas das nossas decisões e com o qual a gente se identifica (por darmos bastante autonomia para quem está aqui dentro)”, conta a analista de pessoas e cultura do aiqfome, Beatriz Lima Cunha, que promoveu o curso.

 

Proposto pelo estudioso Jurgen Appelo no livro “Management 3.0: Leading Agile Developers, Developing Agile Leaders”, o conceito é bem diferente dos modelos de gestão mais conhecidos. Na gestão 1.0, comum na indústria, não há necessidade de motivar os colaboradores, pois eles estão lá por pura subsistência; e no modelo 2.0, o mais comum nas empresas hoje, é baseado em um sistema de recompensas como um bom salário, bônus gordos, remuneração por metas, viagens, cursos e outros de benefícios. “Quando os trabalhadores recebem muitas recompensas externas, e trabalham só por elas, e quando você tira qualquer benefício, eles pedem demissão”, diz a analista.

Ela explica que dentro desse tipo de gestão há seis aspectos mais importantes que compõem sua estrutura, que é energizar o time (motivar a partir dos desejos internos), empoderar as pessoas (tornar cada um do time o mais autônomo possível), alinhar restrições (criar objetivos, metas, regras e responsabilidades de cada um), desenvolver as competências de cada um, crescer a estrutura de forma organizada (mas não engessada) e melhorar tudo (ou seja, inovar sempre, ser uma organização aberta a experimentos). “O curso foi baseado em falar sobre ferramentas super práticas para estruturar cada uma dessas seis visões”, conta Beatriz.

“Para programadores, líderes de programadores, líderes de qualquer área, ou até mesmo aspirantes a líderes esse curso é ideal. Agora, para RHs, já não considero ideal, considero imprescindível! É nosso papel disseminar uma cultura mais ágil, simples e inovadora nas organizações hoje, e é sobre isso que o Jurgen fala”, diz a gestora.

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